DURANTE A PESQUISA PARA A CENA DE ENCONTRO VISUAL DOS BANDIDOS COM A CARICLÉIA (CENA DA PIETÀ), tenho me debruçado sobre leitura e releitura de textos de Joyce. Além de Retrato de Um artista quando jovem, li as coleções de epifanias, e o Stephen Hero.
Este último, na tradução comentada de José Roberto O'Shea(Hedra,2012), entre pp 170-173, as quais se ligam às pp.59-63 e 75-76.
Em Joyce a epifania é um processo de percepção pelo qual os escritores registram eventos singulares e singularizados, eventos estes súbitos irrupções a partir de falas, gestos e pensamentos flagrados no cotidiano.
Em Helidoro há uma divinização da figura de Caricléia (e de Teágenes) o que torna a expressão de Heliodoro complementar e oposta à de Joyce. Como fazer mostrar este plus, esta aura divina de Caricléia, ambivalência que atravessa o romance todo?
Este último, na tradução comentada de José Roberto O'Shea(Hedra,2012), entre pp 170-173, as quais se ligam às pp.59-63 e 75-76.
Em Joyce a epifania é um processo de percepção pelo qual os escritores registram eventos singulares e singularizados, eventos estes súbitos irrupções a partir de falas, gestos e pensamentos flagrados no cotidiano.
Em Helidoro há uma divinização da figura de Caricléia (e de Teágenes) o que torna a expressão de Heliodoro complementar e oposta à de Joyce. Como fazer mostrar este plus, esta aura divina de Caricléia, ambivalência que atravessa o romance todo?
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